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17 fev
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Unisol lança publicação sobre o Projeto Ecosol SP como Estratégia de Desenvolvimento

O mundo do trabalho vem mudando muito ao longo das últimas décadas. Mas uma coisa é certa: uma das funções do poder público em relação a isso é estimular e oportunizar novas formas e relações de trabalho, ampliando a inclusão das pessoas, gerando trabalho e renda.

Em dezembro de 2014 teve início, no município de São Paulo, uma experiência pioneira ancorada na Economia Solidária (Ecosol). O Projeto Ecosol SP Como Estratégia de Desenvolvimento (Projeto Ecosol SP), promovido pela Secretaria Municipal do Trabalho e Empreendedorismo (SMTE) e executado, por meio de convênio, pela Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil (Unisol Brasil), mapeou empreendimentos solidários, promoveu a criação e a atuação de redes e formações, criou oportunidades de comercialização e voltou a incentivar um ecossistema que havia se dispersado em anos anteriores, quando essa economia deixou de inspirar políticas públicas no município.

Milhares de pessoas foram atendidas pelo Projeto em suas diferentes fases, guiadas por metodologias peculiares, erguidas da maneira tal qual gira a Economia Solidária: construídas conjuntamente, não apenas pelos educadores e gestores do Projeto, mas com a participação permanente dos empreendimentos e das pessoas.

A Economia Solidária apresenta-se como outra forma de relação social, envolvendo produção, comercialização e consumo, e se efetiva por meio de um processo educativo, objetivando mudanças culturais no âmbito individual e social. De fato, não seria possível pensar uma intervenção que fosse concretizada sem a participação direta daqueles que são o público alvo da mesma, e esse foi um dos pilares de implementação do Projeto.

Se no momento inicial o desafio era mapear os empreendimentos dispersos pela capital paulista, contatá-los e convidá-los a formar grupos para atuação em redes, nos tempos seguintes as tônicas foram ampliar público atendido em termos de diversidade, reforçar as redes e levar o sopro da Ecosol a um público novo, interessado em empreender, mas ainda não picado por essa mosca.

Os diferentes momentos do Projeto ao longo dos três anos trouxeram novas perspectivas, novos públicos e contribuíram significativamente para o crescimento das Redes.

Em 2015, foram contratados educadores para mapear e mobilizar coletivos e empreendimentos a participarem do Projeto. A intenção era conformar Redes de artesanato, costura, alimentação, ecoturismo, economia das culturas e cooperativismo social. Essas Redes, inicialmente chamadas de setoriais, tiveram papel fundamental no começo do Projeto, num universo onde o boca a boca, ao menos naquele momento, ainda era o melhor dos jeitos de articular esse universo.

Os convites iniciais feitos pela equipe multidisciplinar de educadores a empreendimentos seguiram reverberando. Um foi contando para o outro, tal qual bola de neve, e de repente as Redes já se viram com dezenas de pessoas se movimentando em grupos de trabalho para estruturar o que viria pela frente. A partir do levantamento de demandas para cada área, o Projeto passou a estruturar suas formações e atividades, que muitas vezes tinham especificidades próprias para cada uma dessas Redes. E foi assim, promovendo reuniões e formações a partir desse quadro pintado pelos grupos, que ele começou a se desenvolver, alimentando cada vez mais a lógica da atuação em rede. Afinal, uma andorinha só não faz verão.

Também naquele ano as Redes participaram de eventos que contribuíram não só para azeitar a atuação em grupo, como também para dar visibilidade a essa economia, com destaques em especial para o N Design SP – encontro nacional de estudantes de design, área parceira da Economia Solidária há muito tempo no município –, o Design Week, considerado o maior evento de design da América Latina, e a Craft Design, uma das principais feiras de negócios do Brasil na área de decoração, design e arte. Foi promovido também um grande evento de cultura e ocupação urbana no Vão do MASP, em plena Avenida Paulista.

Essa primeira fase do Projeto buscou de fato construir de forma colaborativa com o movimento de Economia Solidária uma proposta de política pública. Foram realizadas 80 atividades de mobilização e formação, das quais participaram mais de 3.300 pessoas e 312 empreendimentos organizados nas seis Redes de atuação já citadas, além de mobilizar dezenas de instituições de apoio e fomento à Ecosol.

Em 2016, a Economia Solidária ganhou um espaço próprio em São Paulo, com o início do funcionamento da Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Solidários, inaugurada em novembro do ano anterior. Com isso, ampliou-se consideravelmente o perfil de público atendido. Parte dos grupos naquele ano foi proveniente de articulações com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC). Tal escolha se deu pelo entendimento que o referido órgão lida cotidianamente com uma parcela da população em situação de extrema vulnerabilidade e em geral excluída do mercado de trabalho, com pouco acesso à educação formal e qualificação profissional.

Assim, população em situação de rua, imigrantes, juventude periférica e LGBTT foram inseridos na estratégia de implementação da política pública. A Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM) também teve participações pontuais, encaminhando pessoas com interesse e necessidade de serem atendidas pelo Projeto, sobretudo as mulheres vítimas de violência e em situação de abrigo. Junto à Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), para além do público indicado, havia parcerias na disponibilização de bolsas do Programa Operação Trabalho (POT). A Secretaria de Habitação (SEHAB) firmou também parceria com a SMTE para promover alternativas de trabalho e renda para a população em áreas desapropriadas e em conjuntos habitacionais – Jardim Edite, Heliópolis e Jardim São Francisco.

Muitos eventos foram organizados, como feiras e festivais de Economia Solidária, de modo a impulsionar a comercialização dos produtos e serviços dos empreendimentos atendidos e dar maior visibilidade para a Ecosol no município, visado fortalecer as referidas iniciativas e a própria política pública. Dentre os parceiros e parceiras da iniciativa privada e sociedade civil, destacam-se naquele ano a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Fundação Getúlio Vargas, a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade de São Paulo, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, Instituto Léo Madeiras, Faculdade de Engenharia da Universidade de São Paulo (POLI-USP), Instituto Kairós e Conexão Berrini.

Após um ano de funcionamento da Incubadora, foram mobilizadas 1.066 pessoas, 26 grupos e redes, 187 empreendimentos em nove áreas de atuação econômica (alimentação, artesanato, construção civil, costura, cultura, ecoturismo, estética, hortas e marcenaria), um ponto de empreendimentos que reúne várias atividades – o Ponto de Economia Solidária e Cultura do Butantã -, e realizadas dezenas de eventos. O setorial de cooperativismo social, que funcionou no primeiro ano do Projeto, foi desativado ao se perceber que seus integrantes passaram a se inserir nas outras Redes, buscando especificidades relacionadas às suas áreas de atuação.

O ano de 2017 levou o Projeto a uma nova mudança metodológica, com uma diretriz de ampliar e diversificar os públicos e também promover adequações a uma reestruturação orçamentária. Isso trouxe a criação de uma metodologia de formação estruturada em cinco módulos, de modo que pudesse atrair também empreendedores e empreendedoras que muitas vezes nunca tinham tido contato com a Economia Solidária, ao mesmo tempo em que o atendimento aos grupos e Redes já incubados pelo Projeto continuava a ser feito. A formação passou a ser mais densa, com foco na construção e materialização dos empreendimentos e negócios, formada por cinco módulos: Economia Solidária; Produto, serviço e comunicação; Módulo prático em costura, artesanato e gastronomia; Plano de negócios e formalização; Assessoria de negócios.

Os três primeiros módulos tinham uma lógica mais preparatória, voltados para quem estava se iniciando nesse universo. Já os dois últimos eram focados em quem já tinha um empreendimento. Foram realizados três ciclos dessa formação ao longo de 2017, atendendo centenas pessoas e empreendimentos.

Ao mesmo tempo, grupos produtivos e Redes passaram a usar os espaços da Incubadora cada vez mais como lugar de produção, em especial no caso das áreas de alimentação e costura. Os cursos de gastronomia e de costura passaram a dividir a cozinha e a oficina de máquinas com atividades práticas de produção. A Incubadora, instalada em um prédio junto com o Centro de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, por si só um lugar acolhedor da diversidade, ampliou ainda mais esse espectro com a chegada desse novo público, que em sua grande maioria nunca havia tido contato com a Economia Solidária.

Essa publicação é uma síntese do trabalho realizado ao longo de 1.095 dias (três anos). Que, para além do que resumidamente foi pontuado nesta introdução, trouxe transformações que permanecem e reverberam. A rearticulação de um ecossistema de Economia Solidária que se encontrava desmobilizado no município. A formação de Redes de empreendimentos setoriais, que além de trabalhar de modo coletivo, passaram a trocar serviços entre si. A participação em eventos e a criação de novos espaços onde essa produção pode ser comercializada. A articulação de uma rede de parceiros e apoiadores que tem ajudado nessa mobilização e na expansão do Projeto e seus resultados. A Economia Solidária chegando a novos públicos, promovendo expansão de visões e perspectivas de novas e inovadoras formas de trabalho. A atuação intersetorial encorpando uma política pública que se mostra absolutamente necessária no mundo de hoje.

A informação encontra-se aqui organizada por ano de Projeto, tendo em vista a evolução da metodologia ao longo do tempo e os resultados diversos obtidos nesses contextos. Além de trazer dados sobre metodologia, atendimentos e resultados, os anos aqui são pontuados por depoimentos dos participantes do Projeto, revelando o potencial de transformação de vidas ao colocar o ser humano no centro dos processos econômicos. Que é como a Economia Solidária de fato funciona.

Transitar pela Incubadora hoje é perceber que a inovação e novas formas de trabalho estão de fato ao alcance de pessoas em situação de vulnerabilidade e dos empreendedores/as em geral. Empreender socialmente, solidariamente, coletivamente, podia parecer um horizonte um tanto quanto distante para o novo público que se juntou ao Projeto em 2017, pessoas que têm sua ideia ou seu negócio e sempre pensaram em empreender sozinhas. No entanto, a própria atmosfera de encontro e de troca que aquele espaço proporciona, e o contato com as Redes formadas, faz com que se perceba que um caminho mais coletivo parece ser o mais acertado.

A Incubadora é um microcosmos do que acontece no mundo real. Com uma diferença: o acolhimento universal. A diversidade é um ponto importante para a inovação e para as oportunidades de negócio. Nesse momento, tal como uma mistura de temperos faz explodir na boca sabores indescritíveis, essas diferenças fazem o bolo crescer. Tanto que vocabulários antes antagônicos, que raramente estariam juntos numa mesma frase, se encontram aqui numa perspectiva absolutamente nova. O encontro do mundo do empreendedorismo, amplamente focado na competição, com o mundo da Economia Solidária e do cooperativismo, focado na colaboração, é uma evidência de que esse universo é vivo, e como vivo, mutável. A Incubadora foi o ponto onde esse diálogo se tornou possível.

E quem chegou no último ano do Projeto, atraído pelos cursos de formação, querendo iniciar ou melhorar seu próprio negócio, com certeza saiu picado pela mosca da Economia Solidária e percebeu que há um outro jeito de fazer as coisas girarem.

Para conhecer a publicação sobre o projeto, clique aqui 

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03 fev
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Armando Octaviano Junior, Presente!

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Hoje é um dia muito triste para os movimentos sociais e populares, não só de Mauá, mas do Brasil. A luta dos trabalhadores e mais necessitados perde um incansável defensor da justiça social e de uma sociedade mais fraterna e igualitária.

Descanse em paz grande Armando!!

Que seu espírito de luta continue a inspirar aqueles que sonham com um mundo mais justo e igualitário.

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30 jan
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#REFISpropequeno

#REFISpropequeno é uma Campanha do Sebrae para derrubar o veto do Governo Federal que excluiu os pequenos negócios do programa de recuperação fiscal (REFIS). As micro e pequenas empresas são responsáveis por 2 a cada 3 empregos no Brasil. Elas precisam de condições favoráveis para negociar dívidas tributárias e continuar ajudando o país a retomar o crescimento econômico.

#economiasolidária também se beneficia desse programa, #APOIE você também: http://refisparaospequenos.com.br/#

Mais sobre o REFIS:

fonte: SEBRAE

_o que é REFIS?

O Refis é um programa que pode ajudar as empresas que tiveram dificuldades durante período de recessão e possuem dívidas tributárias com a União. Ele facilita a renegociação junto à Receita Federal e aumenta o número de parcelas para quitação das dívidas com o governo, de 60 para 180 vezes, com redução expressiva de juros e multas.

Quando começa a valer o REFIS?

Em dezembro, o Congresso Nacional aprovou por unanimidade o projeto que estende aos pequenos negócios os benefícios já concedidos às grandes empresas para parcelamento de débitos fiscais. O Governo Federal, porém, vetou o projeto no dia 5 de janeiro. Após o retorno das atividades parlamentares, no dia 2 fevereiro, o Congresso poderá derrubar o veto. A partir da derrubada, o projeto será regulamentado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Quem poderá aderir ao REFIS dos pequenos negócios?

Todas as empresas incluídas no Simples serão beneficiadas, especialmente as cerca de 600 mil empresas que devem aproximadamente R$ 20 bilhões à União e foram notificadas pela Receita Federal. Caso não negociem o parcelamento até o dia 31 de janeiro, nas condições atuais (com parcelamento em até 60 meses), elas serão excluídas do Simples Nacional.

Quem parcelar as dívidas em janeiro poderá aderir ao REFIS depois?

Sim! Após a regulamentação do REFIS pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, as empresas que já tiverem as dívidas parceladas poderão procurar novamente a Receita e migrar para as condições mais favoráveis previstas pelo REFIS. Consulte seu contador, esclareça suas dúvidas e continue no Simples.

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24 jan
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CONDEPE está com inscrições abertas para lista tríplice ao cargo de ouvidor/a da Defensoria Pública de SP

Estão abertas até 29 de janeiro as inscrições para compor a listra tríplice de candidatos/as ao cargo e Ouvidor/a da Defensoria Pública de São Paulo. Com base na Lei 988/2006, o Condepe (Conselho Estadual de Direitos da Pessa Humana SP) organiza as eleições para o cargo.

A Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública é uma instituição única e inédita dentro do sistema de justiça nacional, sendo formada de um/a Ouvidor/a-Geral eleito/a pela sociedade civil e de um Conselho Consultivo, composto por organizações e representantes da sociedade civil, escolhidas pelo Ouvidor. A função social deste órgão é realizar o controle externo da Defensoria Pública, por meio da fiscalização dos serviços da instituição, com o objetivo de contribuir para o seu aprimoramento e para a realização plena do seus objetivos legais, partindo do ponto de vista dos/as usuários/as da Defensoria Pública e da sociedade civil organizada.

A Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública de SP sempre foi ocupada por Ouvidores/as com notório compromisso de promoção de Direitos Humanos, cuja trajetória e candidatura ao cargo foram referendados por organizações e movimentos sociais comprometidos com a construção de um sistema de justiça acessível, humanizado e democrático, para todos/as os/as cidadãos/ãs. Este compromisso é imprescindível para o exercício da função.

Para mais informações, entre na página do Condepe: https://goo.gl/Yqcr7n

 

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15 jan
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Retrocessos na Política Nacional de Saúde Mental exigem nossa mobilização

Pois com uma canetada, sem direito a contraditório e a manifestação dos Conselhos Nacionais de Saúde e de Direitos Humanos, uma aliança entre o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira de Psiquiatria e a Federação das Comunidades Terapêuticas fez, no dia último dia 14 de dezembro, mais um movimento na direção de desconfigurar a Política Nacional de Saúde Mental. Política que resistiu a diversos governos, de matrizes ideológicas diversas, e que é reconhecida internacionalmente como referência.

Confira artigo publicado pelo presidente da Unisol Brasil, Leo Pinho, em parceria com a jornalista Mônica C. Ribeiro, no jornal Le Monde Diplomatique Brasil: http://diplomatique.org.br/saude-mental-uma-canetada-nao-apaga-30-anos-de-luta/

 

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12 dez
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Projeto Ecosol SP promove atividades no Dia Nacional da Economia Solidária

15 de dezembro é o Dia Nacional da Economia Solidária. Para comemorar a data, a Secretaria Municipal do Trabalho e Empreendedorismo de São Paulo (SMTE) e a Unisol Brasil promovem uma série de atividades ao longo do dia, na Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Solidários.

A Incubadora é um equipamento público, compartilhado entre a Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo de São Paulo (SMTE) e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. Funciona como um espaço destinado a fomentar processos de incubação, de apoio à organização, consolidação e sustentabilidade de empreendimentos econômicos solidários por meio de capacitação técnica, tecnológica e profissional.

A data marca o encerramento do Projeto Economia Solidária SP Como Estratégia de Desenvolvimento (Ecosol SP), que mobilizou milhares de pessoas ao longo de seus três anos de funcionamento.

Promovido pela SMTE e executado via convênio pela Unisol Brasil, o Projeto mapeou empreendimentos solidários no município, promoveu a criação e atuação de Redes, formações, criou oportunidades de comercialização e voltou a incentivar um ecossistema que havia se dispersado em anos anteriores, quando o incentivo à Economia Solidária deixou de inspirar políticas públicas no município.

“Foi importante [o Projeto] para mobilização e consolidação das redes e empreendimentos do município de São Paulo – Redes Costura Solidária SP, União dos Sabores Solidários, Rede de Artesanato e Rede de Ecoturismo, e os empreendimentos Retrós Vest, Cooperativa Mistura e Sabores Edite e Coletivo Trans Sol. O Projeto gerou oportunidades, parcerias e espaço de comercialização, que é o grande desafio para a Economia Solidária. A criação da Incubadora Pública foi também importante como espaço de referência para todo esse grupo”, avalia Alice Naomi Takahashi Nishikiori, coordenadora do Projeto.

O Dia da Economia Solidária na Incubadora reunirá empreendimentos e Redes que participaram do Projeto ao longo dos anos e também realizará o encerramento dos ciclos de formação de 2017.

A programação de atividades vai das 10h às 17h, e inclui momentos abertos para o público em geral conhecer o trabalho:

10h às 12h

Rodada de negócios – atividade exclusiva para empreendimentos e Redes do Projeto.

10h às 17h

Exposição de produtos e empreendimentos – momento para conhecer produtos e serviços gerados a partir da formação do Projeto, além dos próprios empreendimentos e Redes.

13h30 às 14h

Desfile de apresentação dos trabalhos dos empreendimentos de costura, com participação do Coletivo Trans Sol, Retrós Vest, Rede de Costura Solidária SP e outros.

14h às 15h

Entrega de certificados dos módulos de formação realizados ao longo de 2017. Ao todo, serão entregues mais de 200 certificados.

15h às16h

Momento Diálogos – atividade exclusiva para as Redes e a SMTE

16h às 16h45

Momento degustação – atividade exclusiva para os empreendimentos e Redes, oferecida pelo curso de gastronomia ministrado na Incubadora e da Rede Sabores Solidários.

 

Serviço

Dia da Economia Solidária na Incubadora

Data: 15/12/2017

Horário: 10h às 17h

Local: Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Solidários (Rua Otto de Alencar 270, Cambuci)

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11 dez
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3ª Consulta Regional da ONU sobre direitos humanos acontece de 12 a 14/12 no Chile

De 12 a 14 de dezembro de 2017 acontece em Santiago, Chile, a 3ª Consulta Regional Para América Latina e Caribe: Implementação dos princípios norteadores das Nações Unidas sobre empresas e direitos humanos, no marco da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.

O evento promoverá diálogo entre representantes do setor público, empresarial e da sociedade civil e organismos internacionais, por meio do qual serão avaliados os avanços e efeitos das políticas públicas adotadas. A intenção é que a consulta proporcione uma análise crítica sobre o avanço, na agenda regional, sobre empresas e direitos humanos, além das oportunidades para favorecer o desenvolvimento.

Leo Pinho, presidente da Unisol Brasil, participa pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), do qual é membro: “Essa consulta será um momento importante para impulsionar a Agenda 2030 do Desenvolvimento Sustentável. No entanto, o Brasil tem tomado um rumo contrário ao que se espera e avançado com retrocessos econômicos e sociais por meio da reforma trabalhista, de políticas anti-sindicais e do enfraquecimento no combate ao trabalho escravo”, avalia ele.

A Agenda 2030 é um conjunto de programas, ações e diretrizes que orientação os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável até o ano de 2030. Propõe 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas correspondentes. Dentre esses objetivos está a promoção do crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos.

A Aliança Cooperativa Internacional (ACI), à qual a Unisol Brasil é filiada, aderiu à Agenda 2030.

Conheça a íntegra dos ODS aqui: https://goo.gl/k1ghWc

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11 dez
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Unisol e Unicopas participam da Expo Catadores 2017

De 11 a 13 de dezembro, acontece em Brasília a Expo Catadores 2017. Em sua oitava edição, é um dos principais eventos realizados sobre a temática de resíduos sólidos e educação ambiental no Brasil, sendo espaço de disseminação de conhecimento, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam fortalecer a presença qualificada dos catadores de materiais recicláveis na cadeia da reciclagem.

Nesta edição, a Expo Catadores terá como objetivos:

  • Promover mobilização, articulação e integração dos catadores e catadoras de materiais recicláveis, visando seu fortalecimento produtivo, econômico e social.
  • Divulgar novas tecnologias voltadas a fortalecer e qualificar a participação de catadores e catadoras na cadeia da reciclagem.
  • Promover a integração dos atores envolvidos na implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
  • Divulgar experiências exitosas de coleta seletiva, reciclagem, logística reversa e outras relacionadas à cadeia de reciclagem.

O público da Expo Catadores é formado por cooperativas e associações de catadores e catadoras de materiais recicláveis. Somando-se todas as edições realizadas, o evento já reuniu mais de 20 mil participantes, vindos de todo o território brasileiro e da América Latina, Caribe, Índia, Ásia e África.

Organiza-se em dois eixos: feita de negócios (voltada a oportunizar espaço para a apresentação de novas tecnologias e ferramentas que contribuam para qualificar o processo produtivo e de gestão das organizações de catadores e catadoras) e espaço de reflexão, formulação e debate (seminários, palestras, oficinas e outras atividades de debate).

A Unicopas (União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias) e a Unisol (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil) estarão presentes na Expo Catadores. A Diretora de Resíduos Sólidos da Unisol, Neli de Souza Mendes, participará do evento, assim como associados da Unisol, como a cooperativa Justa Trama e a Coopersoli.

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11 dez
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Encontro Latino Americano de Mulheres acontece de 12 a 15 de dezembro

De 12 a 15 de dezembro, acontece na Colômbia o ELLA 2017 – Encontro Latino Americano de Mulheres. O evento reunirá mais de 1.500 mulheres de toda a América Latina na construção de uma rede de feminismo, levando em consideração as identidades das mulheres em luta.

Acreditando na arte, na cultura e na comunicação como ferramentas que geram influência política e conseguem fortalecer a luta pela equidade, o ELLA tem como eixos temáticos: liderança e participação política das mulheres; justiça econômica para mulheres; violência contra as mulheres; território, justiça ambiental e mudanças climáticas; comunicação e meioativismo; cultura e diversidade; diálogos emergentes.

Durante o evento serão promovidas rodas de diálogo, espaços para construção e criação coletiva, agendas artísticas e culturais, rituais, experiências em espaços públicos, promoção da economia feminina e a assembleia do Ni una menos, movimento surgido na Argentina contra o feminicídio.

A tesoureira da Unisol Brasil, Isadora Santos, participará do ELLA 2017 representando o Ideário, coletivo da qual faz parte, e levará também as pautas da Unisol:

“A Unisol vem cada vez mais promovendo ações feitas para e por mulheres, que são a grande maioria dentro da Economia Solidária. Criamos a Unisol Mulher em 2017 e já promovemos encontros estaduais de mulheres em vários estados brasileiros este ano. A partir de diagnósticos locais, estamos construindo planos de ação levando em consideração necessidades específicas das mulheres dentro do campo de atuação da Unisol. Participar de eventos como esse promove intercâmbio e fortalecimento”, diz ela.

 

Para saber mais sobre o encontro, clique aqui: https://goo.gl/VUGJzn

Assista ao vídeo do ELLA 2017:

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