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14 ago
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Centro-Oeste recebe reforço da assessoria da Unisol Brasil

Catadoras da cidade de Rio Verde (MS) em atividade da Unisol Brasil.

Catadoras e catadores da cidade de Rio Verde do Mato Grosso (MS) em atividade da Unisol Brasil. Crédito: Ari Souza

Temos relatado aqui no site da Unisol Brasil as atividades da assessoria em Mato Grosso. Outro braço do trabalho tem acontecido em Mato Grosso do Sul. Empreendimentos de catadoras de material reciclável de municípios do estado receberam a visita de Ari Souza, assessor que ministrou oficinas de cooperativismo e gestão para estes EES. As cidades onde já ocorreram a capacitação de catadores e catadoras são Rio Verde de Mato Grosso (MS) e São Gabriel do Oeste (MS).

Estão na programação a visita na Associação de Artesanato de Rio Verde de Mato Grosso (MS), e nas cidades de Jardim, Bela Vista, Sidrolândia, Maracajú, todas no estado de MS. Nas visitas, o planejamento é atender as cooperativas e associações Coopel, Maria Maritaca, Associação do Fórum do DLIS, Cooperasgo e Associação de Artesanato de Maracaju. Souza conta com as parcerias do poder público local. E os resultados são a conscientização dos direitos das cooperadas e a melhoria na gestão dos empreendimentos. Com esta iniciativa, se espera ainda um aumento na renda dos EESs, um aumento no número de cooperadas e cooperados e uma melhoria na qualidade de vida de cada pessoa envolvida.

Rio Verde de Mato Grosso está situado no norte do estado de Mato Grosso do Sul e é parte da microregião do Alto Taquari.

Sua economia é baseada na agropecuária e indústrias cerâmicas. Devido ao número e a potencialidade das indústrias do ramo cerâmico, a cidade se destaca como um dos principais pólos cerâmicos industriais da região centro-oeste. O município também conta com uma fábrica de chapéus e acessórios. São Gabriel do Oeste está situado no sul do estado e é o maior produtor de suínos e avestruzes do Mato Grosso do Sul.

Também é um dos maiores produtores de soja do estado e em 2011/2012 se tornou o maior produtor brasileiro de sorgo. Destaca-se ainda na produção de ração animal em virtude a sua grande produção de farelo de soja e de sorgo além de forrageiras, indústrias têxteis (algodão), leite, frigoríficos de suínos, aves e bovinos. Além de uma crescente produção e sede de uma empresa que comercializa bolsas, sapatos, carteiras e acessórios com o couro do avestruz de produção local,o que confere em um produto de alta qualidade e que atrai pessoas de diversos lugares.

São Gabriel do Oeste 

São Gabriel do Oeste é o maior produtor de suínos e avestruzes e também é um dos maiores de soja do estado, além de ser um dos principais produtores de sorgo, respondendo sozinho por quase 5% da produção nacional (dados de 2011).

Por ser um polo agrícola na região com abundância de matéria-prima, destaca-se na produção de ração animal em virtude de suas grandes safras de farelo de soja e de sorgo. Possui também forrageiras, indústrias têxteis (algodão), de leite, frigoríficos de suínos, aves e bovinos. E ainda, tem uma crescente produção de bolsas, sapatos, carteiras e acessórios com o couro do avestruz de produção local, o que resulta num produto de alta qualidade e que atrai pessoas de diversos lugares do Brasil.

Atividade da Unisol Brasil em Rio Verde do Mato Grosso (MS). Crédito: Ari Soares

                         Atividade da Unisol Brasil em Rio Verde do Mato Grosso (MS). Crédito: Ari Souza

E o Mato Grosso do Sul está vivenciando uma situação única no Brasil: a gestão conjunta do lixo entre países de fronteira. Na faixa territorial entre a cidade de Ponta Porã, no sul do Estado, e Pedro Juan Caballero (PY), o Sebrae, por meio do Projeto MS Sem Fronteiras, o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) e o BID, são parceiros. Estas entidades conduzem um trabalho para a criação de um complexo de tratamento de resíduos sólidos, com aterro sanitário compartilhado entre as cidades gêmeas. A proposta é de que o empreendimento também fomente a criação de negócios ecológicos, estimulando a pesquisa para reuso de material abundante na região.

Em novembro de 2010, o governo do Estado do Mato Grosso do Sul sancionou uma lei que cria normas para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico do Estado. Com isso, equipamentos e componentes eletroeletrônicos de uso doméstico, industrial e comercial, como baterias de celulares e pilhas, monitores e produtos magnetizados, devem receber a destinação correta após o uso.

De acordo com a nova lei, é “de responsabilidade da empresa que fabrica, importa ou comercializa produtos tecnológicos eletroeletrônicos manter pontos de coleta para receber o lixo tecnológico a ser descartado pelo consumidor”. Para a destinação final de componentes e equipamentos eletroeletrônicos que contenham metais pesados ou substâncias tóxicas é necessária uma licença ambiental expedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente. O órgão poderá exigir a realização de estudos de impacto ambiental para autorizar o processo.

Política Nacional de Resíduo Sólido

A iniciativa do Estado de MS se conectou com as transformações que tem se seguido com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto de 2010 pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva. A lei é marco regulatório na área de Resíduos Sólidos e faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). Um dos objetivos da Política é garantir a destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos.

A PNRS também institui o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, o que abrange fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Com a implantação do sistema da logística reversa, que se constitui em um conjunto de ações para facilitar o retorno dos resíduos aos seus geradores para que sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos, todos os envolvidos na cadeia de comercialização dos produtos, desde a indústria até as lojas, deverão assumir alguma responsabilidade sobre o processo.

Fontes: site ecodesenvolvimento.org; Instituto Akatu; Agência Sebrae de Notícias e Wikipedia. Link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/mato-grosso-do-sul-aprova-lei-de-destinacao#ixzz3iNb24MS

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12 ago
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Marcha das Margaridas: 12 de agosto nas ruas de Brasília

Painel Temático “Mulheres em Luta por Autonomia Econômica, Trabalho e Renda”, realizado na tarde desta terça (11.08) durante a programação da 5ª Marcha das Margaridas, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Painel Temático “Mulheres em Luta por Autonomia Econômica, Trabalho e Renda”, realizado na tarde desta terça (11.08) durante a programação da 5ª Marcha das Margaridas, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Créditos: Assessoria de Comunicação da Marcha das Margaridas.

Esta carta é a declaração do movimento sobre as motivações, desafios, lutas, programação de algumas atividades e entidades envolvidas. 

Na página do movimento, no Facebook, você acompanha as atualizações https://www.facebook.com/Marchadasmargaridas?fref=ts

No dia 12 de agosto de 2015, nós, margaridas do campo, da floresta e das águas estaremos nas ruas de Brasília, em marcha por desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade.

Marchamos por um desenvolvimento centrado na sustentabilidade da vida humana, na defesa da terra e da água como bens comuns, pela realização da reforma agrária, por soberania alimentar e produção agroecológica.

Marchamos por liberdade e democracia com efetiva participação das mulheres, em defesa de seus direitos e por políticas públicas construídas com respeito às diversas identidades, que ajudem na desconstrução de padrões patriarcais e sexistas, valorizem tradições, culturas, os saberes regionais e protejam a sociobiodiversidade e o patrimônio genético. Tais medidas devem romper com as desigualdades econômicas, sociais e políticas, vencendo a pobreza, que é maior entre as mulheres e agravada entre as mulheres rurais, negras e jovens.

Marchamos para mostrar e valorizar a realidade das mulheres trabalhadoras rurais, que até recentemente não eram reconhecidas como sujeitos de direitos.

Marchamos para denunciar o modelo concentrador, degradador e excludente do agronegócio, que contamina os bens da natureza e impacta na perda da biodiversidade e na saúde da população, com o uso de agrotóxicos e transgênicos; impõe tecnologias que desconsideram os saberes e culturas tradicionais; explora as trabalhadoras e trabalhadores, inclusive se valendo do trabalho escravo, e provoca a violência no campo, especialmente pela expulsão dos povos e populações de seus territórios.

Marchamos em repúdio à ofensiva das forças reacionários, anti-direitos e fundamentalistas, que se utilizam dos espaços de poder, das religiões e da grande mídia para proliferar a intolerância e disseminar preconceitos, sexismo, misoginia, racismo e ódio de classe na sociedade brasileira. Neste processo atacam direitos e ameaçam a democracia pela qual tanto lutamos.

Repudiamos, veementemente, as práticas de incitação à violência e ao ódio contra as mulheres, como no caso da veiculação de adesivos ofensivos com a imagem da presidenta da República, que reforçam a cultura do estupro e agridem a todas as mulheres.

Outro exemplo de ameaça aos direitos e às conquistas populares, foi a aprovação da redução da maioridade penal pela câmara dos deputados, que afeta em particular a juventude negra e pobre, e, também, a ação coordenada por setores fundamentalistas das diversas igrejas, que vem impondo a retirada dos termos relativos à questão de gênero nos planos municipais de educação, em vários estados e municípios. Estamos organizadas ainda, contra o projeto que retira a obrigatoriedade da participação da Petrobrás na exploração dos campos de petróleo do pré-sal, lutando pela garantia do repasse dos recursos dos royaltes para a educação.

Denunciamos a imposição e as manobras do congresso nacional, que desconsiderou o amplo processo de mobilização popular por reforma do sistema político e aprovou uma contra reforma, negando o direito de ampliação da participação política das mulheres no parlamento e mantendo o financiamento privado de campanhas, entre outras medidas conservadoras.

Manifestamo-nos contra as orientações na política econômica em favor do capital. Não pagaremos pelos custos do ajuste fiscal. Exigimos que o estado não seja defensor de privilégios e sim portador do interesse geral dos povos, promovendo liberdades, garantindo direitos para todas e todos e ampliando os espaços de participação e de controle das políticas públicas, no fortalecimento da democracia.

Lutamos pela democratização da comunicação, pois não aceitaremos que a grande mídia privada continue disseminando informações tendenciosas e muitas vezes mentirosas, com o intuito de confundir a população, enfraquecer e criminalizar o governo, os partidos progressistas e os movimentos sociais.
Nos afirmamos como sujeitos de direitos e sujeitos políticos que seguem em luta pela garantia de reformas democráticas capazes de proporcionar mudanças em estruturas históricas que ainda sustentam as desigualdades e a discriminação no Brasil.

Dizemos a todas e todos que não aceitaremos nenhuma forma de golpe. Não aceitamos os ataques à democracia e exigimos respeito à escolha soberana do povo nas urnas.

Companheiras, mulheres de todo o Brasil, trabalhadoras do campo, da floresta e das águas, mulheres trabalhadoras das cidades, seguimos em marcha e conclamamos os movimentos sociais e a todos os companheiros de luta para se somarem a nós! Vamos juntas e juntos manter nossa coragem e ousadia na disputa de classe em defesa do projeto democrático que elegemos para o país.

Reafirmamos nossa luta por um Brasil soberano, democrático, laico, justo e igualitário e por uma vida livre de violência, com autonomia, igualdade e liberdade para as mulheres.

SEGUIREMOS EM MARCHA ATÉ QUE TODAS SEJAMOS LIVRES!

ASSINAM:

CONTAG – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES RURAIS NA AGRICULTURA
AMB – ARTICULAÇÃO DE MULHERES BRASILEIRAS
CNS – CONSELHO NACIONAL DAS POPULAÇÕES EXTRATIVISTAS
CTB – CONFEDERAÇÃO DE TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL
CUT – CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES
GT MULHERES DA ANA – ARTICULAÇÃO NACIONAL DE AGROECOLOGIA
MAMA – MOVIMENTO ARTICULADO DE MULHERES DA AMAZÔNIA
MIQCB – MOVIMENTO INTERESTADUAL DE MULHERES QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU
MMM – MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES
MMTR-NE – MOVIMENTO DE MULHERES TRABALHADORAS RURAIS DO NORDESTE
UBM – UNIÃO BRASILEIRA DE MULHERES
UNICAFES – UNIÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DE AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA

FONTE: Comissão Nacional de Mulheres da CONTAG.

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11 ago
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Design, Artesanato e a Cidade: a exposição que une criatividade e Economia Solidária

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Peças da exposição. Crédito: Rita Escolano

O design como inspiração e possibilidade para a Economia Solidária é o tema da principal exposição “Design, Artesanato e a Cidade” que está acontecendo entre os dias 10 e 16 de agosto, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. É composta por quatro eixos – Economia Solidária, Designer Artesão, Artesanato Tradicional e Intervenções Urbanas.

A iniciativa é uma realização da Associação Objeto Brasil e Coletivo Brasil Design, com o apoio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (STDE) e da UNISOL SP.

Na exposição são apresentadas peças de moda ecosolidária, trabalho realizado em parceria com a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST), Instituto Ecotece e Mackenzie. E também móveis e objetos de decoração.

O projeto expositivo é da arquiteta e cenógrafa Adriana Yazbek e os objetos, confeccionados por empreendedores da economia solidária. A iniciativa mostra que é possível desenvolver peças de roupas e acessórios por meio da articulação entre estilistas e marcas renomadas com grupos produtivos de economia solidária especializados em costura e artesanato. As peças contém histórias e significados e foram desenvolvidas exclusivamente para a exposição. Os grupos terão geração de renda pois elas serão produzidas em larga escala para comercialização.

Estes grupos produtivos são parte da rede Ecotece. São eles: Fernanda Yamamoto e o grupo Pano para Manga, Vert e Bordadeiras do Jardim Conceição, Heloisa Faria com Botuáfrica e Projeto Retece, Kor Atelier com Projeto Tear e Tecoste, e Flavia Aranha com Oficina dos Anjos – CAPS Itapeva.

A mostra também integra a programação do Design Weekend do Paulista Distrito Design e do Viva Design – Conjunto Nacional.

Fontes: Ecotece.org.br e Assessoria de Imprensa do Projeto na STDE.

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10 ago
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Design e Economia Solidária ocupam a Av. Paulista e região de 08 a 16 de agosto

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São Paulo é palco de uma grande mobilização da Economia Solidária. De 08 a 16 de agosto, acontece na Avenida Paulista e região, variadas atividades que unem Design e Ecosol: Seminário, exposição, feiras, apresentações culturais e ocupação urbana. A iniciativa reúne coletivos, cooperativas, professores, especialistas e alunos de design, entre outros envolvidos, que mostram conceitos, tendências e produtos desta nova economia.

O Setorial de Economia das Culturas e Criativa, tendo Bob Controversista, Erica Ribeiro e equipe da Design Possível – empresa social (temas de matérias recentes aqui no site) na liderança, com o apoio, a articulação e a promoção da Unisol SP (filiada a Unisol Brasil), fazem acontecer estes eventos no município paulista numa perspectiva de inovar a programação da cidade.

Os objetivos são o de valorizar as práticas e profissionais da Economia Solidária, incentivar a construção de uma Política Pública Municipal de estratégias empreendedoras e sustentáveis e divulgar para o público novas formas de pensar e produzir.

Os visitantes terão a oportunidade de conhecer produtos e ideias comprometidos com a gestão responsável do trabalho e dos recursos naturais. Por meio das artes, da oferta de serviços e de conteúdo, o público vai compreender a articulação e distribuição da economia solidária no território nacional e, mais especificamente, na capital paulista.

O design como inspiração e possibilidade para a Economia Solidária é o tema da principal exposição “Design, Artesanato e a Cidade” que irá acontecer entre os dias 10 e 16 no Conjunto Nacional. Será composto por quatro eixos – Economia Solidária, Designer Artesão, Artesanato Tradicional e Intervenções Urbanas – e é uma realização da Associação Objeto Brasil e Coletivo Brasil Design. Na exposição serão apresentados peças de moda ecosolidária, trabalho realizado em parceria com a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST), Instituto Ecotece e Mackenzie. O projeto expositivo é da arquiteta e cenógrafa Adriana Yazbek e os objetos, confeccionados por empreendedores da economia solidária.

A Economia Solidária também estará presente em dois eventos de design que acontecem na cidade durante o mês de agosto: Design Weekend e Craft + Design. Nesta última, a empresa social Design Possível, cuja associação é filiada da Unisol Brasil, estará presente com stand expondo produtos de empreendimentos econômicos solidários assistidos por ela. E ainda, os produtos da ArteTaba, de Tabatinga (Amazonas) estarão no espaço expositivo da designer de joias Patricia Henna, parceira deste EES que também é filiado da Unisol Brasil. Esta parceria está sendo viabilizada por meio do apoio do Sebrae (e é tema de várias matérias aqui no site).

Um seminário focado no tema Design será realizado na Sala Oscar Niemeyer, no Cine Caixa Belas Artes, no dia 12.

Todos os eventos e atividades fazem do Projeto Economia Solidária em São Paulo como Estratégia de Desenvolvimento, realizado pela Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento e Empreendedorismo (SDTE) e pela UNISOL-SP – Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários.

Outras informações sobre todas as atividades do evento: https://www.facebook.com/events/430365717150719/

ATIVIDADES PRINCIPAIS 

De 10 a 14/08 – Cultura e Ocupação Urbana – Vão Livre do MASP – a partir das 10h

A riqueza cultural estará concentrada no Vão do MASP com mobilidade urbana, moda, batalha de MC’s, projeção mapeada, roda de samba, oficina de lambe-lambe, sarau, exposição de telas de graffiti, obras de artistas urbanos e comercialização de produtos.

Endereço: Avenida Paulista, 1578

De 10 a 16/08 – Exposição Design, Artesanato e a Cidade – Conjunto Nacional

O design como inspiração e possibilidade para a Economia Solidária é o tema da exposição Design, Artesanato e a Cidade, no Conjunto Nacional. Peças de moda ecossolidária, realizadas em parceria com a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST), com o Instituto Ecotece e empreendimentos de costura e artesanato completam a mostra.

Endereço: Avenida Paulista, 2073

De 12 a 16/08 – Design Weekend (DW)

Maior festival de design da América Latina reúne arte, arquitetura, decoração, urbanismo, inovação tecnológica e negócios sociais. Ocorre simultaneamente em sete locais Alameda Gabriel, Jardins, Paulista, Lapa, Jockey Club, Shoppings de Decoração e Vila Madalena. Outras informações em http://www.designweekend.com.br/

De 13 a 16/08 – Craft Design – Centro de Convenção Frei Caneca – Das 10h às 19h

Empreendimentos solidários de artesanato e costura participam da Craft Design, feira de negócios que apresenta tendências nas áreas de decoração, design e arte direcionada a lojistas, mercado corporativo, arquitetos, fabricantes e outros profissionais do setor. Outras informações em http://www.craftdesign.com.br/

Endereço: Rua Frei Caneca 569, 5º andar

Fontes: Assessoria de Comunicação do Projeto Economia Solidária em São Paulo como Estratégia de Desenvolvimento; UNISOL SP, Sites CasaTearMagazine e Observatóriodo3ºSetor.

 

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10 ago
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EDITAL DE CANCELAMENTO DA COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 079/2015 – SDH/PR

A Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil – UNISOL BRASIL, entidade sem fins econômicos, com sede em São Bernardo do Campo/SP, inscrita no CNPJ sob nº 07.293.586/0001-79, informa o cancelamento da COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO nº 079/2015, referente ao Projeto “Mais Direito aos Usuários da rede de Atenção Psicossocial”, Convênio SDH/PR nº 813119/2014 e SICONV 049419/2014, celebrado em 30 de dezembro de 2014 e publicado no dia 19 de janeiro de 2015.

Clique AQUI para acessar o edital completo.

Anexos:

RECURSO DE IMPUGNAÇÃO

DESPACHO

 

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07 ago
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Feira da Rede de Saúde Mental e Economia Solidária de SP acontece neste sábado 08/08 – Especial DIA DOS PAIS

Feira ECOSOL

Imagem da edição de julho. Crédito: Unisol SP e Rede de Saúde Mental.

Neste sábado, 08/08, acontece mais uma edição especial da Feira da Rede de Saúde Mental e Economia Solidária, que será dedicada ao Dia dos Pais , das 10h às 17h, no Parque Mário Covas, Avenida Paulista, 1843.

Na feira, terão 55 barracas de artesanato e alimentação, além de apresentações culturais como a Banda de Rock “Compulsão Sonora”, o “Desfile da Ramona”, de produtos e roupas dos empreendimentos solidários e ainda a oficina “Da Terra à Face – Oficina de modelagem de argila com o Bar Saci”. Não percam!

Confiram os empreendimentos confirmados: Fios e Nós, Laços de Amizade, Leriando Arte, Bar Saci, Tendarte Acessórios Femininos e Brinquedos Artesanais, Mundo da Lua, Oficina de Marcenaria, Dedicado ao Sabor, Mais Artes, Rádio Web Delírio Coletivo, Arteiros Aroma Brasil, Projeto Tear, Juntando os Cacos, Arte em Marchetaria, Bijuteria, BARCASSA, Casa das Oficinas de Piracicaba, Cecco Vila Guarani, Ecoarte Mel Chung, Pastelaria Q’Sabor, Reaprendendo a Viver, Criando e Trocando Idéias e Compartilhando Idéias, Instituto Novelo Solidário, Lírios do Brejo, Arte em Bordados, Pão com Ovo, Rede ProSol, Bibilica, Rango Monster – KiSabor, Fuxicaria da Dri, Noeme´s Arts, Respireart, Grupo Modelarte, Gera Arte, Talentos, Teia de Trabalho, Vida Saudável, Ponto de Encontro, Cobra Criada, Livraria Louca Sabedoria, Grupo Colibri, Oficina Feito por Nós, FantasiArte, Arte de Menina, Giro Dez, Grito.

Clique aqui se quiser saber mais sobre a edição passada da Feira, inclusive sobre o lançamento de vídeo Nau dos Insensatos, produzido pelo Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (SINPSI), que teve a presença dos Produtores da VIATV e de Rogério Gianinni, presidente do SINPSI, participantes da Rede de Saúde Mental de São Paulo.

A quinta edição desta série exclusiva do SinPsi TV mostra como funciona o projeto de Economia Solidária desenvolvido com artesãos usuários da rede de atenção psicossocial.

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Fontes: Unisol SPArmazém das OficinasSaudeecosol.org.br. 

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07 ago
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Unisol RS leva propostas para a reunião mensal do Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Alegre (FMESPA)

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Reunião da FMESPA. Crédito: Maribel Kauffmann.

Na quinta-feira, 30.07, a Unisol RS participou da reunião mensal do Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Alegre  (FMESPA), no auditório da Casa do Artesão, localizado no centro histórico de Porto Alegre (RS).

Na pauta, a eleição da nova coordenação do Fórum,  na qual o empreendimento Toque de Anjos, filiado à Unisol RS, fará parte.

Maribel Kauffmann, representante da Unisol RS, e também membro do empreendimento Inovarte, que integra a Coordenação Ampliada do Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária, fez uma intervenção durante a reunião. O objetivo foi o de apresentar os encaminhamentos do Grupo de Trabalho de Articulação Política do Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária, em parceria com o Conselho Estadual de Economia Solidária.

À partir da instalação da Subcomissão de Economia Solidária, na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo, da Assembleia Legislativa do estado, serão colocados os tema da economia solidária e da importância da continuidade das políticas públicas. Também serão realizadas audiências públicas regionais e uma estadual, nas Câmaras de Vereadores, ficando o cronograma com a seguinte previsão, iniciando às 17 horas (a confirmar):

17.08 – Pelotas

24.08 – Santana do Livramento

31.08 – Caxias do Sul

28.09 – Torres (local a definir)

05.10 – Canoas(local a definir)

26.10 – Porto Alegre – Plenarinho da Assembleia Legislativa, às 15 horas.

Também, no âmbito da Subcomissão de Economia Solidária, serão realizadas reuniões temáticas, estando previstas reuniões com o Conselho Estadual de Economia Solidária (CESOL), o Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária (FGEPS), a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, a Fundação Banco do Brasil, a Petrobras, o Banco do Brasil, o Banrisul e o BNDES.

Outra questão que deverá ser debatida pelo movimento da economia solidária no RS, é o Projeto de Lei 251/2015, enviado à Assembleia Legislativa pelo executivo, alterando a estrutura de funcionamento do Governo do Estado. Neste projeto as ações e competências da economia solidária foram divididas entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social.

A Unisol RS tornou público para os participantes do FMESPA, que fechou posicionamento no sentido de que a centralização da economia solidária no Governo do Estado deve ser na Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia. Isto porque nela já existe estrutura e orçamento, sendo o foco principal da pressão social para a retomada das ações, exigindo a execução dos convênios federais, a manutenção do Conselho Estadual, dos processos de Certificação dos EES, do apoio às feiras e às cadeias produtivas.

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06 ago
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Tecnologia Social – Conheça o Manual para Montagem do Esterilizador de Sementes e o Guia de Semestes Florestais

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Artesãs em produção de biojoias na ArteTaba (AM). Crédito: Terezinha Barbosa Unisol AM.

A Unisol Brasil tem desenvolvido consultoria para Empreendimentos Solidários, para apoiá-los com conhecimentos específicos e que farão diferença na manufatura de seus produtos. Um destes projetos e EES contemplado é a ArteTaba, de Tabatinga (AM), tema de matéria em junho aqui no site (veja neste link http://unisol.coop/g9) .

Dentro deste trabalho de consultoria e resultado da parceria com o SEBRAE, o manual para montagem do esterilizador de sementes foi criado pela equipe da Design Possível, EES filiada à Unisol Brasil, sediado em São Paulo e que é focado  na aplicação do design na forma de desenvolvimento de produto, gestão produtiva, comunicação ou de outras maneiras que possam contribuir para a geração de renda, estimulando o desenvolvimento humano e social.

Desenvolvido à partir do estudo da EMBRAPA, tem o objetivo de beneficiar as sementes recolhidas na floresta. Este aparelho foi montado pelas artesãs da ArteTaba em junho de 2015 e está aperfeiçoando a qualidade das biojoias, diminuindo o envelhecimento das sementes empregadas na fabricação.

Seguindo os preceitos da Tecnologia Social que compartilha conhecimento, aqui nestes links você dispõe do manual em pdf   Design Possivel manual_montagem esterelizador de sementes e também em pdf Embrapa Guia de Uso das Sementes de Especies Florestais

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Biojoia produzida pela ArteTaba. Crédito: ArteTaba e Terezinha Barbosa

 

 

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05 ago
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Bob Controversista fala sobre novo projeto ligado à cultura Hip Hop

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Eduardo Jose Barbosa, é conhecido nas ruas de São Paulo e no cenário de Defesa de Direitos de Crianças e Adolescentes como Bob Controversista. Educador e poeta, tem como referência metodológica o pensador, filosofo e cientista da educação Paulo Freire.

Procura, por meio de seu trabalho nas periferias e com população jovem carente, alcançar a efetivação de um outro mundo, um mundo mais justo e solidário, onde os seres humanos se respeitem e sejam respeitados, independente de cor, raça, etnia, opção sexual, genero, classe social ou nacionalidade.

É membro fundador da Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário – MH2R – (filiada a Unisol Brasil) e atua na entidade como presidente e coordenador pedagógico nos projetos que a entidade desenvolve desde 1999, utilizando os elementos da Cultura Hip Hop como tema transversal de educação e estratégia multidisciplinar. O objetivo é alcançar a qualidade e visibilidade dos conteúdos trabalhados nas propostas sócio-educativas.

Organizador, junto com outros membros, do Setorial de Economia das Culturas e Criativa, na Unisol Brasil, ele comenta sobre o seu novo projeto e entendimento do papel do assessor:

Eduardo/Bob – Na Cooperativa de Arranjos Produtivos e Comércio Justo e Solidário Rede Nacional das Casas da Cultura Hip Hop é onde vamos construir, a partir do empreendimentos que a compõem, uma nova relação com a comunidade, com as formações e com a economia local, visando com isso uma real e consolidada transformação local. Vivemos um mundo de opulência sem precedentes, mas também de privação e opressão extraordinárias. O desenvolvimento consiste na eliminação de privações de liberdade que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas de exercer ponderadamente sua condição de cidadão.

Sobre as definições dos papéis que serão exercidos pelos colaboradores: “considerando este tipo de desenvolvimento, vamos para algumas definições. O assessor (entendido nesse trabalho também como incubador educador) é a pessoa que tem como função profissional auxiliar um cargo superior nas suas funções. Outros conceitos, ainda tradicionais: o assessor é a pessoa, que possuindo certo conhecimento ou experiência, assiste e ajuda na organização ou comunidade, oferecendo análises e pistas para tomada de decisões, ou executando estas mesmas decisões em nome da organização/comunidade. Embora esteja subordinado, seu conhecimento dá-lhe poder e influência e lhe confere certo ‘status social’, raciocina”.

Eduardo/Bob entende que educador social é uma nova forma de assessoria. “Diversamente do modelo tradicional, o educador social não entende seu papel como um cargo de confiança da organização ou como um“emprego”, mas como ‘um serviço a causa libertadora do povo’. Ele põe seu saber à disposição dos grupos e movimentos populares. Numa concepção funcionalista de manutenção da organização, espera-se que o assessor seja o canal de comunicação entre a hierarquia e a base. No nosso mandato, a assessoria se aproxima bastante da definição do ‘assessor popular’, embora não se perca de vista sua tarefa de facilitador da relação orgânica do empreendimento ou do grupo assessorado. Na assessoria, se conquista o direito de desenvolver a função educar, ensinar, no sentido de ser reconhecido socialmente pelo grupo ou empreendimento. A função da assessoria esta ligada ao que Gramsci (filósofofo e cientista) chamava de ‘função diretiva’, ou seja, a função de quem ‘conduz’ um grupo”, conclui.

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04 ago
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No Mato Grosso a Unisol Brasil e o PRONATUR se reúnem na Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer do Estado do MT

MT PRONATUR e SECRETARIA DE CULTURA

Geraldo Lúcio (UB), Cyntia Mattos, da SECEL e Luciano Borges, do PRONATUR.

O turismo rural na região Centro-Oeste é baseado nas belezas naturais da região. Destacam-se o Pantanal, a Chapada dos Guimarães, a Chapada dos Veadeiros, o Parque Nacional das Emas, Bonito, Pirenópolis, a cidade de Goiás, além do Distrito Federal.

Entretanto, ainda existe um forte potencial para roteiros não conhecidos do grande público, como aqueles de turismo rural solidário. Levando esta proposta, Geraldo Lúcio e Luciano Borges, do Projeto Rede Solidária desenvolvido pela Unisol Brasil (UB) e pelo PRONATUR, estiveram presentes, no dia 03 de agosto, na Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer (SECEL) do Mato Grosso.

Eles se reuniram com Cyntia Mattos, superintendente de Cultura, para apresentação do projeto e proposta de parceria em Turismo Cultural e Economia Criativa. Na oportunidade, Lúcio falou sobre o Projeto Rede Solidária – MT, (veja informações completas sobre a Rede no final deste texto) que vem sendo desenvolvido na Baixada Cuiabana, em três municípios e seis empreendimentos econômicos solidários (EESs). E que estes EESs podem ser parte de roteiros turísticos ricos em história e cultura locais, incluindo visitas aos locais de produção artesanal.

Lúcio frisou que “esta Rede pode ser ampliada, e o referido projeto vem de encontro com o desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local (APL) do Vale do Rio Cuiabá. Este tem como objetivo identificar as potencialidades locais e estimulá-las, visando o posicionamento dos produtos da agricultura familiar no mercado”.

Segundo Lúcio, o APL se identifica muito com o Projeto Redes tendo em vista a similaridade das metodologias que promovem a articulação e o fortalecimento de agentes produtivos de um mesmo território, ao desenvolverem atividades econômicas correlatas e possuírem vínculos de produção, interação, cooperação e aprendizagem.

Geralmente, o APL reúne empresas produtoras de bens e serviços finais, fornecedoras de insumos, prestadoras de serviços, comercializadoras, clientes, cooperativas, associações, representações, organizações de treinamento de recursos humanos, informação, pesquisa, promoção e financiamento, além de agentes públicos. A Unisol Brasil trabalha na mesma linha, com a diferença de atender os EESs em suas demandas individuais.

A exemplo do APL, o Projeto Rede Solidária – MT diagnosticou as potencialidades dos empreendimentos geradores de receitas, para em seguida, traçar um plano estratégico com foco no fortalecimento dos envolvidos na cadeia produtiva local. Agora, está em fase de desenvolvimento e em busca de parcerias afins.

O próximo passo da Unisol e do PRONATUR será ter uma audiência com o Secretário de Cultura, para fazer uma apresentação do projeto para um grupo maior da SECEL, e desta forma, propor o estabelecimento de um termo de parceria (termo de cooperação técnica).

Aqui neste link você poderá conhecer o mapa http://unisol.coop/g8 que é do Programa de Regionalização do Turismo do MT (dica do Blog Turismo Rural MT).

Uma das opções para visitas turísticas é a comunidade quilombola Associação Negra Rural Quilombo Ribeirão da Mutuca (ACORQUIRIM), parte do complexo Quilombolas Mata Cavalos, localizado no município de Nossa Senhora do Livramento (MT), seis km da sede e cerca de 55 km da capital Cuiabá (MT).

No local, o visitante (turista) poderá encontrar artesanatos, danças, comidas, sistema de produção da agricultura familiar, agroindústria e outras atividades típicas. Estas opções constam no Projeto de Produção Associada ao Turismo do referido município.

A Rede Solidária MT – é formada por cinco associações e uma cooperativa, sendo três empreendimentos – associações – de comunidades Quilombolas Tradicionais com sistemas similares de produção, um empreendimento – associação – produtor de mel com abrangência em vários municípios do Pantanal e dois empreendimentos, sendo uma cooperativa e associação, localizados numa área comum de atuação, praticando atividades diferentes, sendo uma a avicultura e a outra, em derivados da cana-de-açúcar.

Com atuação em três municípios do Território da Cidadania Baixada Cuiabana, Cuiabá, Poconé e Nossa Senhora do Livramento, ela tem por objetivo a organização de ações colaborativas entre os empreendimentos solidários, em busca de um melhor desempenho com resultados comerciais, capaz de fortalecer os agentes locais.

Em comum, a Rede tem o foco no desenvolvimento do capital social e do capital humano, bem como o aperfeiçoamento dos processos de criatividade e dos fluxos de produção, aspectos essenciais para o setor da agricultura e da agroindústria, contribuindo para produção associada ao turismo em geral e ao turismo rural na agricultura familiar. A vantagem do projeto está na ampla demanda, uma vez que o grande mercado potencial é o institucional, com os Programas Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Vale ressaltar que no município de Cuiabá, justamente por ser a capital do Estado do Mato Grosso, é onde está localizado o maior mercado consumidor, nas seis feiras livres que acontecem diariamente nos bairros, totalizando 60 feiras mensais, e ainda, na Central de Comercialização do Agricultor Familiar (CECAFEs), no Centro Atacadista de Hortifrutigranjeiros no Mercado Varejista de Hortifrutis, nas agências de eventos, hotéis, bares e restaurantes e outras empresas.

Fazem parte da Rede os seguintes empreendimentos: a ASSOCIAÇÃO DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO RURAL MISTA DO CINTURÃO VERDE, de Cuiabá (MT), com 140 associados e produtora de derivados de cana-de-açúcar; a ASSOCIAÇÃO DA COMUNIDADE NEGRA RURAL QUILOMBO RIBEIRÃO DA MUTUCA, de Nossa Senhora do Livramento (MT), com 230 associados e que produz quiabo, maxixe, cará, rapadura, melado, entre outros; a COOPERATIVA DOS PRODUTORS RURAIS DO CINTURÃO VERDE DO PEDRA 90 – COOPERCINT, de Cuiabá (MT), com 35 associados, que produz frangos caipiras; a ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES E AGRICULTORAS AFRODESCENDENTES DA COMUNIDADE TRADICIONAL CAPÃO VERDE – AGRIVERDE, de Poconé (MT), com 23 associados e produtora de derivados de banana; a ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES FAMILIAR DA COMUNIDADE SÃO JERÔNIMO, de Cuiabá (MT) com 190 associados, que produz mandioca, milho, mamão, laranja, farinha de mandioca, abacaxi e outras variedades; e a ASSOCIAÇÃO DE APICULTORES DO ESTADO DE MATO GROSSO, de Cuiabá (MT) com 37 associados e fabricante de mel.

A Região Centro-Oeste – Somados os três Estados e o Distrito Federal, o Centro-Oeste brasileiro é composto por 466 municípios e população total de 14.058.094 habitantes. É uma região pouco povoada, apresenta densidade demográfica de aproximadamente 8,7 habitantes por Km2. A maioria reside em áreas urbanas 88,8%, apenas 11,2% moram na zona rural.

Abrange uma área de 1 606 371 km², segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do censo de 2010. A população absoluta do Centro-Oeste é a menor entre as demais Regiões (Sudeste, Sul, Norte e Nordeste).

Fontes: Blog http://turismoruralmt.blogspot.com.br/ e sites Brasil Escola, IBGE e Mundo Educação.

 

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